Técnicas ortomoleculares previnem o envelhecimento precoce

Técnicas ortomoleculares previnem o envelhecimento precoce

Geriatra brasileiro Dr Eduado Gomes de Azevedo dribla os efeitos da idade com técnicas ortomoleculares

Técnicas aplicadas pelo médico ortomolecular Dr. Eduardo Gomes de Azevedo previnem o envelhecimento precoce

A Organização Mundial da Saúde (OMS) adotou o termo “envelhecimento ativo” para expressar o processo de otimização das oportunidades de saúde, participação e segurança, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida à medida que envelhecemos.

O objetivo do envelhecimento ativo é aumentar a expectativa de vida com saúde e qualidade para todas as pessoas que estão passando pelo processo de envelhecimento, inclusive as com saúde frágil, corpos debilitados ou que necessitam de cuidados especiais.

A chegada da terceira idade assusta muita gente. E a dificuldade em praticar algumas atividades, antes comuns na juventude, é o principal motivo da angústia entre idosos.

No Brasil, uma pessoa é considerada de terceira idade a partir dos 60 anos. Com o avanço da idade, o organismo inteiro muda, mas, ainda assim, o que fica mais evidente é o desgaste da estrutura óssea e o envelhecimento da pele. A diminuição da fertilidade também acompanha o avanço dos anos.

Em mulheres, geralmente a perda da fertilidade começa depois dos 45 anos, quando geralmente se inicia o processo de menopausa e a perda de cálcio. Nos homens, o que ocorre é a diminuição gradativa da produção de espermatozoides, o que não implica necessariamente na infertilidade.

Ter hábitos saudáveis (não fumar e moderar no álcool), uma dieta regular, manter o sono em dia e ficar atento a doenças como diabetes, hipertensão, obesidade, estresse, são os maiores aliados da longevidade do corpo humano. Não há fórmulas milagrosas que retardem ou até mesmo interrompam a velhice, pois o desgaste do corpo ao longo da vida é perfeitamente natural e esperado.

Nesse contexto, o uso de antioxidantes como a vitamina E, C e selênio, podem melhorar a qualidade de vida, retardando o aparecimento de doenças degenerativas e o envelhecimento precoce. Essa prática é conhecida como Terapia ou Medicina Ortomolecular.

A Medicina Ortomolecular é o ramo da ciência cujo objetivo primordial é restabelecer o equilíbrio químico do organismo. Este acerto das moléculas se dá por meio do uso de substâncias e elementos naturais, sejam vitaminas, minerais, e/ou aminoácidos.

Com a Medicina Ortomolecular, o paciente volta a ser encarado como um todo – um conjunto que deve funcionar em harmonia. Seguindo essa visão global, qualquer tratamento torna-se muito mais vantajoso, pois encontra a origem dos problemas a partir da qual o processo patológico se desenvolve.

Os cuidados, no entanto, devem começar muito antes da terceira idade. Crianças que não praticam esportes e gastam horas e horas assistindo TV, têm grandes chances de apresentar problemas de saúde no futuro. Uma vida ativa, com objetivos a serem alcançados são incentivos poderosos para quem deseja ter uma velhice tranquila.

 

Entenda a medicina ortomolecular

Quando bem aplicada, a medicina ortomolecular é uma aliada da saúde. O princípio que norteia essa prática prega a diminuição dos radicais livres – os oxidantes –, que o corpo produz naturalmente ao longo da vida, mas que, em excesso, promovem o desequilíbrio químico e estão por trás do envelhecimento celular e de inúmeras doenças.

Nesse contexto, o trabalho desenvolvido pelo renomado geriatra brasileiro e presidente da Clinica Anna AslanDr. Eduardo Gomes de Azevedo, foi fundamental para a disseminação da medicina ortomolecular no país. De lá para cá, muitos estudos mostraram os benefícios deste tipo de tratamento.

A todo o tempo, o nosso corpo produz radicais livres. Uma parte é usada pelo próprio corpo para se proteger de invasores que causam as infecções. Outra parte, estima-se que 90% dos radicais livres, fica vagando pelo organismo, provocando a oxidação dos tecidos e modificando o núcleo das células.

Entre os causadores do excesso dessas moléculas estão o tabagismo, a poluição, o estresse, a alimentação inadequada, o esforço físico exagerado e até a exposição a produtos químicos.

Quanto mais uma pessoa fica exposta a esses agentes, maior é a quantidade de radicais livres que ela acumula no corpo e maiores os riscos de ficar doente. Por outro lado, hábitos saudáveis, abandono dos vícios e uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes essenciais, funcionam como agentes antioxidantes, diminuindo a quantidade de radicais livres, explica o geriatra Dr. Eduardo Gomes.

A medicina ortomolecular tem uma aplicação individual, que depende de exames, medicamentos, histórico médico, vícios, hábitos alimentares e muitos outros fatores.

 

Medicina ortomolecular na prática

Em caso de doenças crônicas como bronquite, rinite e asma, o corpo é bombardeado pelos radicais livres, pois o próprio organismo começa a produzi-los em excesso para combater a infecção respiratória. Mas só uma pequena parte desses radicais é usada no combate à doença.

O antioxidante é usado, nesse caso, para neutralizar a ação dos radicais livres excedentes. As pesquisas apontam que, a longo prazo, a terapia ortomolecular ajudaria a aumentar a imunidade do corpo, amenizando futuras crises respiratórias.

No caso do diabetes, juntamente com o endocrinologista, o médico ortomolecular pode auxiliar os pacientes diabéticos a manterem a doença sob controle; em muitos casos até mesmo dispensando o uso diário de insulina e de medicamentos.

O tratamento ortomolecular protege e impede a glicação das proteínas. Essa reação reduz a função de enzimas e pode ser a responsável por complicações do diabetes, como a cegueira e a falta de circulação nas extremidades, como nos dedos e nos pés.

O uso de antioxidantes ajuda a combater os radicais livres, que são muito comuns no organismo do diabético, devido à oscilação dos níveis de glicose. A terapia propõe o combate aos radicais por meio de dois caminhos: uma espécie de limpeza do organismo para eliminar os metais tóxicos, como chumbo e alumínio, quando necessário, e a reposição de antioxidantes, como vitaminas, sais minerais e aminoácidos.

Esses nutrientes podem ser repostos apenas com a mudança na alimentação do paciente, mas podem variar de acordo com as necessidades de cada pessoa. É preciso que ela ingira uma quantidade maior de antioxidantes para proteger o seu organismo.

Uma das hipóteses para o aparecimento de doenças como Mal de Alzheimer e Parkinson é a de que a amina – toxina produzida pelas carnes vermelhas e brancas –, quando exposta a altos graus de temperaturas, tem um alto poder degenerativo sobre o cérebro, ocasionando esses males.

Muitas hipóteses para a origem destas doenças ainda estão sendo levantadas. Para quem já manifestou as doenças, no entanto, a terapia ortomolecular teria o poder de agir preventivamente, apenas.

Como essas doenças têm ligação com o aumento de radicais livres, que oxidam as estruturas celulares, o tratamento proporcionaria uma proteção extra ao organismo.

Nos casos de câncer, a terapia ortomolecular apoia o tratamento oncológico convencional, é uma terapia complementar. A reposição de antioxidantes serve para driblar os efeitos da quimioterapia e da radioterapia, atenuando seus efeitos e ainda preservando o restante do organismo, que fica debilitado com a agressividade do tratamento. Nas sessões de quimio e radio há uma alta produção de radicais livres.

A obesidade é uma das doenças que mais atrai adeptos para a terapia ortomolecular. Isso ocorre porque no combate à obesidade, o tratamento ortomolecular prega também a reeducação alimentar e não simplesmente a restrição de alguns alimentos. Caso haja falta de nutrientes importantes para o corpo, faz-se a suplementação, que também acaba ajudando a diminuir a ansiedade, a compulsão por doces, o nervosismo e a falta de regulação do mecanismo, características comuns em quem está em dieta.

Confira alguns livros pulicados pelo medico e escritor Dr. Eduardo Gomes de Azevedo 

Tudo Novo em Seu Corpo – Vol. I

Tudo Novo em Seu Corpo – Vol II

Dieta do Dna – O Futuro Já Chegou